Eduardo Sued

Sobre o artista


Eduardo Sued. Rio de Janeiro, RJ, 1925. Pintor, gravador, ilustrador, desenhista, vitralista e professor. Um dos maiores nomes do abstracionismo geométrico do Brasil, realizou diversas exposições individuais como no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1982), no Paço Imperial (1992), no Museu Nacional de Belas Artes (1994) e no Centro de Arte Hélio Oiticica (1998). Participou de coletivas no Brasil e no exterior, incluindo a Bienal de São Paulo e a Bienal de Veneza

Eduardo Sued (Rio de Janeiro RJ 1925). Pintor, gravador, ilustrador, desenhista, vitralista e professor. Gradua-se na Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro, em 1948. No ano seguinte estuda desenho e pintura com Henrique Boese (1897-1982). Entre 1950 e 1951, trabalha como desenhista no escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Em 1951, viaja para Paris, onde frequenta as academias La Grande Chaumière e Julian. Em sua estada na capital francesa entra em contato com as obras de Pablo Picasso (1881-1973), Joán Miró (1893-1980), Henri Matisse (1869-1954) e Georges Braque (1882-1963). Retorna ao Rio de Janeiro em 1953 e frequenta o ateliê de Iberê Camargo (1914-1994) para estudar gravura em metal tornando-se mais tarde, seu assistente. Leciona desenho e pintura na Escolinha de Arte do Brasil, em 1956 e, no ano seguinte, transfere-se para São Paulo, onde ministra aulas de desenho, pintura e gravura, na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), de 1958 a 1963. Em 1964, volta a morar no Rio de Janeiro e publica o álbum de águas-fortes 25 Gravuras. O artista não se vincula a nenhum movimento mantendo-se alheio aos debates da época. Sua carreira teve uma breve etapa pautada no figurativismo, mas logo se encaminha para abstração geométrica. Nos anos de 1970, aproxima-se das vertentes construtivas, desenvolvendo sua obra a partir da reflexão acerca de Piet Mondrian (1872-1944) e da Bauhaus. Entre 1974 e 1980, ministra aulas de gravura em metal no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Realizou diversas exposições individuais como no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1982), no Paço Imperial (1992), no Museu Nacional de Belas Artes (1994) e no Centro de Arte Hélio Oiticica (1998). Participou de coletivas no Brasil e no exterior, incluindo a Bienal de São Paulo e a Bienal de Veneza.

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