Rosilene Luduvico – Uma Floresta Diferente

07.11 — 26.12.2019 | Cassia Bomeny Galeria

A Cassia Bomeny Galeria inaugura no dia 7 de novembro, às 19h, a primeira individual de Rosilene Luduvico no Rio de Janeiro. A mostra “Uma Floresta Diferente” reúne 10 pinturas a óleo sobre linho, de diferentes dimensões (0.31m x 0.39m e 1.15m x 0.90m), sob a curadoria de Ronaldo Barbosa. Todas as obras foram produzidas no seu ateliê na Alemanha, onde a artista vive e trabalha. Residente no país desde 1998, Rosilene é formada pela conceituada Academia de Dusseldorf.

Permeada por delicadas pinceladas, a floresta de Ludovico tem tudo: alegria, melancolia, frio e calor, vento, mormaço, muita luz e muita beleza, mas só não tem gente. Uma floresta que carrega dentro de si, memória e lembrança do lugar de origem da artista, nas montanhas do estado do Espírito Santo – quando ela ainda sonhava descobrir o que estaria atrás das mesmas.

“Sua pintura é silenciosa e nos leva a um outro tempo, um tempo de respiração mais calma e de interpretações mais lentas, bem diferente do mundo de agora e das florestas de hoje”, explica o curador. A artista não deixa nada para o acaso. Tudo é muito bem pensado, desenhado e planejado. O que mais a encanta é o desconhecido, a floresta ou a solidão?

SOBRE A ARTISTA

Rosilene Luduvico nasceu em 1969, em Rio Fundo, Município de Domingos Martins, região de montanhas do Espírito Santo. Filha de descendentes de imigrantes alemães, sua infância feliz foi vivida em perfeita integração com a natureza: montanhas, a mata atlântica, os animais, em especial os pássaros.

Formou-se na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e logo após parte para a Alemanha, onde em 1998 entra na Academia de Dusseldorf. Quando as turmas se formam no último ano, a academia abre os ateliês para que o mercado possa conhecer os novos artistas. E foi assim, que Rosilene entrou diretamente no mercado ao conhecer, no dia da sua prova final, o galerista Michael Zink, que a convida para fazer parte do seu seleto grupo de artistas.

Uma das características da artista é o seu caráter nômade de fazer longas residências e pesquisar os lugares e territórios onde está. Ela já foi para a Floresta da Baviera; Recife, Nova York, Paris, Londres, e na montanha Clematis no Oka (Japão).

A artista ja fez um individual no Museu Vale em 2019 e recentemente outra individual na Galeria do Palacio Anchieta, sede do atual governo do Espírito Santo. Suas obras estão em coleções privadas e públicas como a Coleção Philara em Dusseldorf, Coleção Goetz em Munique, Coleção Olbricht em Berlim, e Vangi Escultura Jardim Museo em Shizuoka no Japão.

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